quinta-feira, outubro 29, 2009

Ininteligível.

Como diz o velho ditado: "Nem tudo que reluz é ouro". Uma vaca nunca será uma cabrita. O sim nunca será não e o não nunca será sim. Por mais que o nosso maior desejo seja ignorar qualquer pista que nos mostre o que as coisas realmente são, não podemos transformar um gato em biscoito só assando-o no forno. Muitas vezes queremos que aquilo seja um grande pote de ouro, porque aquilo nos faz sorrir, nos faz feliz, mas é, porra, nem tudo que reluz é ouro. Também não sei porque usei esse exemplo tão medíocre, quer dizer, porque fazemos sempre a comparação entre ouro, riqueza e felicidade? Agora que percebo o que fiz, recuso-me a apagar qualquer vestígio de fraqueza e insensibilidade. Porque nem sempre pessoas felizes são ricas, quer dizer, em sua maioria elas não são. Acho que essas adquirem outro tipo de felicidade, outros valores, outras prioridades... Pelo menos é em base de alguns do meu cotidiano que digo isso. E até por mim mesma. Entretando, generalizar dizendo que pessoas ricas são infelizes é extremamente errôneo. Pensamentos ininteligíveis. Não somos capazes, muitas vezes, de juntar e fazer uma relação com o que pensamos 24 horas por dia... Digo, eu não sou capaz. Mas se paro pra refletir sobre o porque pensei aquilo ou quando foi que aquele pensamento invadiu minha mente, percebo que sempre há uma ligação. Tudo que sonho, por exemplo, está inteiramente dentro de mim. Não acredito que sonhos sejam premonições, mas sim medos, traumas e desejos transbordando de dentro de nós. E é até engraçado imaginar que nem dormindo temos paz. Quando acha que qualquer coisa que te amola ou te deixa extremamente feliz durante o dia vai embora, ela está lá nos sonhos - disfarçada ou não. Não estou dizendo que isso é ruim, porque se sentir vazio é uma coisa e ser vazio é outra diferente. Se os desejos e medos saíssem, o que ficaria? Um nada. Isso me parece um estado bem avançado de apatia, o que não me agrada nenhum pouco. Voltando ao velho ditado, por mais que nem tudo que reluza seja ouro, não deixe de acreditar que um dia pode sim ser ouro, porém, não se faça de tolo e não se deixe iludir sempre que algo brilhar. Desconfiança nunca é de menos (Sei que não fez muito sentido essa frase, mas botem os miolos para funcionar, faz sim!). Resumindo: Não somos videntes e vamos continuar errando, errando e errando para acertarmos. :)


Beijos, até mais! xxx

2 comentários:

  1. Realmente esta é uma reflexão muito plausivel...

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  2. que comentário impar o de cima o-o-q lsajdllaksjklasjkl

    enton ai que cousa pensamentosa isso de errar, sempre acho que estou errando ás vezes, ai eu acho que gostey dos pensamentos relacionados ao vazio e vou parar de falar que essa musik tah me fazendo confessar e isso é só na hora de mimir u.u -kkkk

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